quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Boletim 187

ABRINDO E FECHANDO A PORTEIRA.
 
Feliz pra burro...
 
Vocês sabem o quanto falo de felicidade, então, meu Irmão-Amigo Negro Velho, que nasceu Wilson Scherer Dias, postou no Facebook, e estou repetindo.
 
 
 
 
Um dia, o jumento de um fazendeiro caiu no poço. O animal relinchou penosamente por horas, enquanto o fazendeiro pensava o que fazer. Por fim, o fazendeiro chegou a conclusão de que o poço precisava mesmo ser fechado e, como o animal estava velho, não valia a pena resgata-lo.
O fazendeiro convidou seus vizinho para ajuda-lo. Todos pegaram pás e começaram a jogar terra dentro do poço. No início, percebendo o que acontecia, o jumento relinchava, desesperado. Depois, para surpresa geral, aquietou-se. Algumas pás de terra depois, o fazendeiro resolveu olhar para baixo e ficou surpreso com o que viu. O jumento sacudia cada pá de terra que caía sobre ele, e aproveitava a terra para subir um pouco mais.
Não demorou para todos se espantarem ao ver o jumento escapar do poço e sair trotando alegremente.
A vida vai jogar terra em você. Todo tipo de terra. Para sair do poço, o segredo é sacudi-la e aproveitá-la para subir mais um pouco. Cada um de nossos problemas pode ser um degrau. Sairemos do poço mais profundo, se não nos detivermos, se não desistirmos. Sacuda a terra e aproveite-a para subir um pouco mais.
 
Lembre-se de cinco regras simples para ser feliz:
1- Livre seu coração de todo o ódio. Perdoe.
2- Livre sua mente das preocupações. A maioria nunca acontece.
3- Viva com simplicidade e aproveite o que você tem.
4- Ofereça mais.
5- Espere menos.
 
Concluo que parece fácil, mas não é.

 
 
  
 


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Galo Velho

Camaquã, Rio Grande do Sul, Brazil
Fundado em 05/07/1980, assim foi escrito em sua 1ª página do 1º Livro: “O que importa neste GALPÃO é que cada um saiba ser irmão do outro. Aqui terminou o patrão e o empregado; o pobre e o rico, o branco e o preto; o burro e o inteligente; o culto e o ignorante. Aqui é a INVERNADA DA AMIZADE e tem calor humano como tem calor de fogo. Nosso Galpão nem porta têm, está sempre aberto para quem buscar um abrigo. Neste Galpão os corpos cansados da lida diária encontrarão sempre um banco para descansar, e um mate amargo para a sede matar. Aqui o frio do Minuano não encontra morada, temos toda a Sant’Anna irmanada. A cada nascer de uma madrugada há de encontrar alguém aquentando fogo, buscando nas cinzas do passado, o Galo Velho que será, quando partir para a Invernada do Esquecimento. Ninguém será esquecido, se passar nesta vida vivendo como o nosso “Galo Velho” viveu, a todos querendo, sem nunca ter o mal no coração.”