terça-feira, 5 de maio de 2020

Boletim 606.

ABRINDO E FECHANDO A PORTEIRA.

Completando idade.
Dia três de maio é um dia como outro qualquer, mesmo que seja o complemento de meus 86 anos de feliz vivência. Devemos é comemorar cada dias que passa, agradecendo a Deus por nossas saúdes, que Ele nos deu de graça, lamentando por aqueles que as desprezaram. Nesta pandemia não podemos festejar nada, e até mesmo os mortos não terão nossas despedidas. Então deixemos passar, pois na vida tudo passa, como as tristezas e as alegrias.

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Galo Velho

Camaquã, Rio Grande do Sul, Brazil
Fundado em 05/07/1980, assim foi escrito em sua 1ª página do 1º Livro: “O que importa neste GALPÃO é que cada um saiba ser irmão do outro. Aqui terminou o patrão e o empregado; o pobre e o rico, o branco e o preto; o burro e o inteligente; o culto e o ignorante. Aqui é a INVERNADA DA AMIZADE e tem calor humano como tem calor de fogo. Nosso Galpão nem porta têm, está sempre aberto para quem buscar um abrigo. Neste Galpão os corpos cansados da lida diária encontrarão sempre um banco para descansar, e um mate amargo para a sede matar. Aqui o frio do Minuano não encontra morada, temos toda a Sant’Anna irmanada. A cada nascer de uma madrugada há de encontrar alguém aquentando fogo, buscando nas cinzas do passado, o Galo Velho que será, quando partir para a Invernada do Esquecimento. Ninguém será esquecido, se passar nesta vida vivendo como o nosso “Galo Velho” viveu, a todos querendo, sem nunca ter o mal no coração.”