sábado, 26 de outubro de 2019

Boletim 635.

ABRINDO E FECHANDO A PORTEIRA.

O Galpão
Este “santuário de fumaças” é realmente meu recanto de meditação e recolhimento espiritual. Também trabalho, lazer, hospitalidade, comilança, beberagem, e ainda “meu santuário de saudade”. Saudade daqueles que já partiram, pois dos que ainda vivem, mais hoje ou mais amanhã mato suas saudades. Aqui os antepassados aquentam fogo, no silêncio e na paz da egrégora do Galpão do Galo Velho. O fogo é luz, e luz foi a chama divina que iluminou o caminho de Jesus. Luz foi o que nossas Mães nos deram, e luz será o último símbolo de nossa passagem nesta Terra. No Livro Sagrado das Escrituras está escrito: “E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a entenderam”. Quem permanece nas trevas, realmente jamais verá a luz, e podemos afirmar que a luz verdadeira existe para as consciências puras, que não guardam ódios, mentiras, orgulhos, vaidades e, buscam a VERDADE FINAL.  



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Galo Velho

Camaquã, Rio Grande do Sul, Brazil
Fundado em 05/07/1980, assim foi escrito em sua 1ª página do 1º Livro: “O que importa neste GALPÃO é que cada um saiba ser irmão do outro. Aqui terminou o patrão e o empregado; o pobre e o rico, o branco e o preto; o burro e o inteligente; o culto e o ignorante. Aqui é a INVERNADA DA AMIZADE e tem calor humano como tem calor de fogo. Nosso Galpão nem porta têm, está sempre aberto para quem buscar um abrigo. Neste Galpão os corpos cansados da lida diária encontrarão sempre um banco para descansar, e um mate amargo para a sede matar. Aqui o frio do Minuano não encontra morada, temos toda a Sant’Anna irmanada. A cada nascer de uma madrugada há de encontrar alguém aquentando fogo, buscando nas cinzas do passado, o Galo Velho que será, quando partir para a Invernada do Esquecimento. Ninguém será esquecido, se passar nesta vida vivendo como o nosso “Galo Velho” viveu, a todos querendo, sem nunca ter o mal no coração.”